Thursday, June 18, 2009
not here
Thursday, February 26, 2009
Break the Circle
I’ve tried to runaway simulating so many attempts
I’ve tried to break the circle that stupid routine of self-punishments
I’ve tried not to get affected not to get involved
I’ve tried to avoid hurting you all and by doing that I`ve lost my senses
No direction but the one you head me to
No solutions but the ones you equate on me
And I do not allow myself to reach me
At first I felt ignored and abused
It took me some months to realize that moment was a blessing
At first I feel ignored and taken for granted once more
I pray this time there is not a blessing to be felt in near future
He was selfish so I was I that explains my words
He was sick so are you that explains my fears
Please refrain from being egocentric
Please refrain from being useless
Please remember you’re not as big as you think you are
Please remember bigness may be found in selflessness
I will try to runaway simulating new attempts
I will try to break the circle that stupid routine of self-punishments
I will try not to get affected by accepting getting involved
I will try to avoid hurting myself and by doing that maybe you’ll find your senses
No direction but the one you head me to
No solutions but the ones I equate on me
And I must allow myself to reach me
At first I feel unheard and disrespected
It took me three days to realize this moment maybe be a blessing
At first I feel unheard and taken for granted once more
I hope this time I have my own blessing to be felt in near future
She is selfish so am I that explains my words
She is sick so am I that explains my fears
Please refrain from being egocentric
Please refrain from being useless
Please remember you’re not as big as you think you are
Please remember bigness may be found in willingness
Sunday, February 08, 2009
Mirada
Monday, January 19, 2009
Pensamentos em retrospecto ...
Então vou postar algo que escrevi há pouco tempo atrás, no meu diário. Segue :
Em quinze de Julho de 2008.
Tenho conversado muito sobre relacionamentos e sobre sexo também... E tenho percebido o quanto tenho me afastado e evitado me envolver. E ainda não diagnostiquei este meu "desinteresse".
Às vezes penso que pode ser depressão.
Às vezes penso que é pura falta de opção.
Às vezes penso que é desilusão, com as pessoas e comigo também.
Porque na teoria, eu até posso dar aulas sobre relacionamentos...
Porque na prática eu não sei amar... E acho que não sei ser amado.
Não sei se o amor é algo que deve ser merecido e não se se mereço ser amado.
Não me vejo envelhecendo com alguém, não me vejo confiando... Ou melhor, até me vejo confiando, porque tenho esta tendência de confiar, acreditar sempre... até que um olhar ou um comportamento qualquer faça com que eu pense que sei exatamente o que se passa na cabeça do outro... ( Aí que tudo começa a afundar... )
Engraçado e talvez até bom - a solidão não tem me assustado tanto quanto antes. Na realidade, muitas vezes o meu anseio é pelo silêncio. Sabe, o silêncio que cura? É este silêncio que procuro.
Antigamente eu procurava conforto em companias - precisava de alguém, de ouvir alguém respirando ao meu lado... E para conseguir esta compania "salvadora", eu me submetia à diversas crueldades, as quais eu mesmo provocava ou recebia gratuitamente.
Quantas vezes me vendi por nada? Quantas vezes, em busca de alguma afinidade, ou no maior dos desesperos, de um toque, um cheiro, uma voz, um calor; não aceitei ser humilhado de alguma forma ou rebaixado a apenas um pedaço de carne ?
Por tanto tempo eu não entendi meu comportamento. E talvez ainda nem tenha dez % de idéia do significado de como agi e como tenho agido... Mas tenho aprendido que somente eu posso me salvar de mim mesmo... Que pessoas que usei como "tábua de salvação" foram apenas instrumentos canalizadores para eu me conhecer melhor e saber lidar comigo mesmo.
E veja que interessante... No final das contas, o meu egocentrismo disfarçado é tão grande e tão bem dissimulado que, por mais que eu tenha amado e sofrido sucessivas mortes pelo o que chamam de "amor" , foi tudo por mim... Eu usei cada pessoa que passou em minha vida de maneira significativa como um espelho, para que eu me olhasse através dos olhos de outrem e enxegarsse dentro de mim, coisas que meus olhos sozinhos não conseguiriam ver.
E aqui dentro, nada tem me assustado ultimamente... O que me assusta são as escolhas que surgem `a partir dessas voltas dentro de mim.
Minha tendência à justiça não me alcança.
Thursday, January 08, 2009
And i love u more than i ever have in my whole life...
Friday, May 09, 2008
Ele faz a barba.
Ele tenta sair do corpo magrelo.
Ele tem evitado álcool.
Ele tem evitado comportamentos auto-destrutivos.
Ele fala sobre espiritualidade e tenta praticar novamente.
E por quê ?
Porque beleza influencia comportamentos.
Porque alguém vai notar ( assim ele espera ).
Porque franzino, ele não é levado à sério ( nem por ele mesmo ).
Porque fugir não é a resposta.
Porque ferir-se não alivia, realmente.
Porque pequenos rituais o levam à uma expansão de consciência.
** Os dias têm passado, com algumas novidades... Entre elas, que mudarei de cidade ( novamente ). Estou feliz por isso... Antigamente eu ficava um tanto triste, por causa de amigos que deixava para trás. Hoje, já sei que não importa onde eu vá e quantos amigos eu tenha, serei sempre sozinho. Eu, com minhas idéias.
Saturday, March 08, 2008
Retorno
E aqui estou, sem saber ao certo por onde começar ... Talvez um resumo sobre como foi o ano de 2007, que passei sem postar sequer um dia... Para que o presente faça algum sentido.
Início de 2007 - Morava em uma república, cursava faculdade. Fui operado nas duas pernas e acabei por voltar a morar com meus pais. Por alguns motivos parei de estudar e, na mesma época, meu pai ficava mais doente _ e comecei a ajudar minha mãe a cuidar dele. A doença evolui bastante - aos poucos ele foi parando de se alimentar sozinho, quase não falava, parou de se locomover ... O Mal de Alzheimer e a Esquizofrenia avançaram de uma forma implacável, impiedosa...
Alguns momentos marcantes deste período :
_ Ir levar meu pai ao médico, enquanto ele ainda falava _ e a médica, em sua avaliação, perguntar para ele : _ " Sr. Francisco, o sr. sabe em que mês estamos? Em qual dia da semana estamos? " E ele _ com aqueles olhos pequeninos, olhando para o chão, rosto inexpressivo : " _ Não senhora... não sei... "
_ Vê-lo tentar assinar o nome e não conseguir...
_ Vê-lo esperar visita dos meus irmãos ou telefonema, aos domingos, e se frustrar...
_ Dar comida na boca dele, dar banho, trocar fraldas, fazer a barba... Colocá-lo na cadeira-de-rodas e levá-lo para ver o mar, sem saber que aquela era a última vez...
_ Pedir perdão pelos meus erros como filho e ouvir um " tá tudo certo filho ... " , falado numa voz fraquinha... quase imperceptível...
Neste meio tempo perder 2 amigos, ambos da minha idade, em acidentes de carro, no espaço de pouco mais de 1 mês, rapazes que conhecia há anos...
No meio do ano, perdi meu pai... No hospital, era final de tarde, domingo, o sol estava começando a se pôr e os raios alaranjados entravam pelo quarto e refletiam na parede em frente a cama que ele estava. Ele me chamou, tentava dizer algo, ms não conseguia, a expressão dele era de medo _ acho que nunca vi olhos tão assustados em toda minha vida... Fiz uma oração, pedi a Deus para confortá-lo, beijei a testa dele e ele se acalmou aos poucos e começou a adormecer... E em menos de 1 hora ele partiu...
Cuidei de avisar parentes, funerária, separei meu terno para ele usar. A madrugada foi longa, eu em choque mas com uma firmeza que não sei de onde saiu. Parecia até frieza. Dentro meu coração não processava ainda a dor de saber que não voltaria a abraçá-lo, ou vê-lo tirar sarro da minha mãe ou mesmo implicar comigo por alguma coisa.
Após a partida dele, passamos por um período difícil psicologicamente e financeiramente - posto que eu estava desempregado e minha mãe não tinha renda. Mas, embora o desespero gritasse algumas vezes, no coração a certeza que Deus olha por nós e que de tudo podemos aprender algo positivo nos confortava.
Consegui emprego em uma transportadora como assistente financeiro, mas não estava pronto para ficar o dia inteiro sentado em frente a um computador fazendo cálculos, sem conversar com pessoas, com uma rotina pesada e sem calor humano. Em pouco tempo pedi demissão e consegui um emprego numa cia de cruzeiros marítimos, atendendo passageiros _ um trabalho mais dinâmico, que me deixa mais satisfeito.
Eu e minha mãe pintamos o "apertamento" e fizemos algumas mudanças e resolvemos ficar por aqui mesmo por algum tempo _ talvez o tempo do "entorpecimento" _ até sairmos deste estado estranho que, de certa forma, ainda nos encontramos.
2007 foi um ano de choques, perdas, e prováveis ganhos de "crescimento" interior _ que para mim talvez seja traduzido em recolhimento e afastamento de relacionamentos em geral.
Tudo passou a ter outra medida. Isso eu sei. E meu maior medo é que essas novas perspectivas me afastem mais da maioria _ e eu não saiba encontrar minhas soulmates.
Filme-tema de 2007 : " AS HORAS" ( Assisti com meu pai, e ele : "_sempre as horas... essas malditas horas..." )
Músicas-tema de 2007 : " Como uma Onda" - Lulu Santos.
" Hurt" - Christina Aguilera.
" Never is a Promise" - Fiona Apple.